Desenvolvimentos recentes decorrentes do envolvimento militar dos Estados Unidos na Venezuela trouxeram profundas preocupações quanto à estabilidade regional, ao direito internacional e ao futuro da autonomia política na América Latina. O uso da força em território soberano venezuelano, incluindo ataques aéreos e a captura de um chefe de Estado, representa uma escalada significativa que ultrapassa as normas estabelecidas de convivência internacional e reintroduz práticas coercitivas em uma região que há muito busca se consolidar como uma zona de paz.
Nesse contexto, o relatório do evento reúne reflexões centrais sobre a estratégia dos Estados Unidos e a lógica do poder hemisférico; as respostas regionais, a fragmentação e a crise de autonomia; e o papel de atores extra-regionais na emergente geopolítica da competição.
Desenvolvimentos recentes decorrentes do envolvimento militar dos Estados Unidos na Venezuela trouxeram profundas preocupações quanto à estabilidade regional, ao direito internacional e ao futuro da autonomia política na América Latina. O uso da força em território soberano venezuelano, incluindo ataques aéreos e a captura de um chefe de Estado, representa uma escalada significativa que ultrapassa as normas estabelecidas de convivência internacional e reintroduz práticas coercitivas em uma região que há muito busca se consolidar como uma zona de paz.
Nesse contexto, o relatório do evento reúne reflexões centrais sobre a estratégia dos Estados Unidos e a lógica do poder hemisférico; as respostas regionais, a fragmentação e a crise de autonomia; e o papel de atores extra-regionais na emergente geopolítica da competição.