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Relatório Trimestral de Comércio Internacional do Brasil

  • 13 october 2026

No terceiro trimestre de 2026, as exportações brasileiras somaram US$ 100,73 bilhões, alta de 9,3% em relação ao mesmo período de 2025, puxadas sobretudo pela alta dos preços, e não pelo volume embarcado. O principal destaque está nos parceiros comerciais. As exportações para a União Europeia cresceram 34,5% e responderam, sozinhas, por mais da metade do aumento; somadas às exportações para a Índia (+87,9%), explicam quase 70% do avanço. Na direção oposta, as exportações para os Estados Unidos recuam 6,5% no acumulado do ano, sob as novas tarifas americanas, enquanto a China segue como principal destino, com alta de 12,0% de janeiro a setembro.

 

Esses e outros dados estão no Relatório Trimestral de Comércio Internacional do Brasil, lançado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI). O documento analisa o desempenho das exportações e importações entre julho e setembro, o comportamento dos principais parceiros comerciais e os impactos de medidas tarifárias, restrições sanitárias e mudanças nas condições do comércio internacional, além de apontar prioridades para a política comercial brasileira.

 

Leia o relatório na íntegra.

No terceiro trimestre de 2026, as exportações brasileiras somaram US$ 100,73 bilhões, alta de 9,3% em relação ao mesmo período de 2025, puxadas sobretudo pela alta dos preços, e não pelo volume embarcado. O principal destaque está nos parceiros comerciais. As exportações para a União Europeia cresceram 34,5% e responderam, sozinhas, por mais da metade do aumento; somadas às exportações para a Índia (+87,9%), explicam quase 70% do avanço. Na direção oposta, as exportações para os Estados Unidos recuam 6,5% no acumulado do ano, sob as novas tarifas americanas, enquanto a China segue como principal destino, com alta de 12,0% de janeiro a setembro.

 

Esses e outros dados estão no Relatório Trimestral de Comércio Internacional do Brasil, lançado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI). O documento analisa o desempenho das exportações e importações entre julho e setembro, o comportamento dos principais parceiros comerciais e os impactos de medidas tarifárias, restrições sanitárias e mudanças nas condições do comércio internacional, além de apontar prioridades para a política comercial brasileira.

 

Leia o relatório na íntegra.