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Impactos potenciais da COP26 no agro brasileiro

19 de outubro de 2021

A Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro, busca meios para evitar o aquecimento global superior a 1,5º C. Para isso, o encontro se concentrará em dois aspectos principais relacionados respectivamente aos Artigos 4 e 6 do Acordo de Paris. O primeiro se refere à atualização dos compromissos climáticos nacionais de cada país (NDCs) e, o segundo, à operacionalização de mecanismos internacionais de transferência de créditos de carbono.

O Brasil tem potencial para assumir uma NDC relevante. Avanços representados pelo RenovaBio e por outros encaminhamentos, como a recém-aprovada legislação de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), juntamente com um futuro mercado regulado de carbono no Brasil, suportarão a ambição determinada. O setor do agronegócio brasileiro tem condições de ser protagonista na transição mundial para uma economia de baixo carbono, a partir de diferentes práticas já adotadas, e de outras transformações que estão em curso. A maneira como o setor poderá contribuir para essa transição e também se beneficiar dela, depende, em grande parte, do arcabouço de mercado que emergir da COP26.

Data:

19 de outubro de 2021

Local:

Online

Horário:

18h às 19h30 BRT

Idioma:

Português

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A Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada em Glasgow, na Escócia, em novembro, busca meios para evitar o aquecimento global superior a 1,5º C. Para isso, o encontro se concentrará em dois aspectos principais relacionados respectivamente aos Artigos 4 e 6 do Acordo de Paris. O primeiro se refere à atualização dos compromissos climáticos nacionais de cada país (NDCs) e, o segundo, à operacionalização de mecanismos internacionais de transferência de créditos de carbono.

O Brasil tem potencial para assumir uma NDC relevante. Avanços representados pelo RenovaBio e por outros encaminhamentos, como a recém-aprovada legislação de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), juntamente com um futuro mercado regulado de carbono no Brasil, suportarão a ambição determinada. O setor do agronegócio brasileiro tem condições de ser protagonista na transição mundial para uma economia de baixo carbono, a partir de diferentes práticas já adotadas, e de outras transformações que estão em curso. A maneira como o setor poderá contribuir para essa transição e também se beneficiar dela, depende, em grande parte, do arcabouço de mercado que emergir da COP26.

Abertura e Moderação

Marcos Jank
Conselheiro Consultivo Internacional

Professor Sênior de Agronegócio do INSPER

Julia Dias Leite
Diretora-Presidente do CEBRI

Participantes

Ana Toni
Senior Fellow

Diretora-Executiva do Instituto Clima e Sociedade

André Meloni Nassar
Presidente-Executivo da ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais)

Fernando Camargo
Secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação e Representante do MAPA na COP26

Marcello Brito
Presidente da ABAG e Co Facilitador da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura

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