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O que vem a seguir? Reflexões sobre a Declaração do Rio e o caminho para a COP30

22 de julho

No contexto da recente Cúpula do BRICS, a presidência brasileira enfrentou a complexa tarefa de dar coesão a um bloco mais diverso enquanto respondia às crescentes expectativas globais. A Declaração do Rio trouxe sinais importantes, desde o apelo por reformas nas instituições multilaterais até o fortalecimento da cooperação em desenvolvimento, tecnologia e sustentabilidade. Um dos principais resultados foi o compromisso histórico do bloco em liderar os esforços por um financiamento climático justo, com o lançamento da rota “Baku a Belém” rumo à COP30.

Este diálogo reúne formuladores de políticas, analistas e parceiros estratégicos para refletir sobre os resultados do ano do Brasil à frente do grupo. Que avanços foram alcançados? Quais desafios permanecem? E quais iniciativas, incluindo a proposta do BRICS para uma nova arquitetura financeira voltada ao clima e ao desenvolvimento, têm potencial para moldar a agenda daqui em diante? Mais do que um balanço, a discussão buscará avaliar o legado deixado pelo Brasil, à medida que a Índia se prepara para assumir a presidência em 2026.

Diante da reconfiguração das estruturas de poder globais, como o BRICS pode contribuir para uma ordem internacional mais equilibrada e orientada ao desenvolvimento?

Data:

22 de julho

Horário:

Das 10h às 11h30 (BRT)

Idioma:

Inglês

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No contexto da recente Cúpula do BRICS, a presidência brasileira enfrentou a complexa tarefa de dar coesão a um bloco mais diverso enquanto respondia às crescentes expectativas globais. A Declaração do Rio trouxe sinais importantes, desde o apelo por reformas nas instituições multilaterais até o fortalecimento da cooperação em desenvolvimento, tecnologia e sustentabilidade. Um dos principais resultados foi o compromisso histórico do bloco em liderar os esforços por um financiamento climático justo, com o lançamento da rota “Baku a Belém” rumo à COP30.

Este diálogo reúne formuladores de políticas, analistas e parceiros estratégicos para refletir sobre os resultados do ano do Brasil à frente do grupo. Que avanços foram alcançados? Quais desafios permanecem? E quais iniciativas, incluindo a proposta do BRICS para uma nova arquitetura financeira voltada ao clima e ao desenvolvimento, têm potencial para moldar a agenda daqui em diante? Mais do que um balanço, a discussão buscará avaliar o legado deixado pelo Brasil, à medida que a Índia se prepara para assumir a presidência em 2026.

Diante da reconfiguração das estruturas de poder globais, como o BRICS pode contribuir para uma ordem internacional mais equilibrada e orientada ao desenvolvimento?

Abertura e Moderação

Larissa Wachholz
Senior Fellow

Sócia da Vallya

Henrique Paiva
Diretor de Assuntos Governamentais e ESG da Siemens Energy Brasil

Participantes

Davi de Oliveira Paiva Bonavides
Subchefe da Divisão de Negociação Climática (DNCL) do Itamaraty

Mannat Jaspal
Diretora e Fellow de Clima e Energia na Observer Research Foundation (ORF) - Oriente Médio

Mohammad Al Darmaki
Pesquisador de Economia do Emirates Center for Strategic Studies and Research (ECSSR)

Vitor Mattos Vaz
Primeiro Secretário da Divisão de Negociação Climática (DNCL) do Itamaraty

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