Em um contexto de intensificação da competição estratégica entre grandes potências e de enfraquecimento dos mecanismos multilaterais de governança, a transição energética e climática tornou-se um dos principais eixos da disputa geopolítica global. A rivalidade entre Estados Unidos e China se estende ao controle de tecnologias, minerais críticos e cadeias de suprimento da economia de baixo carbono, enquanto instrumentos regulatórios como o CBAM europeu redefinem as condições de acesso aos mercados e impõem novos desafios às economias em desenvolvimento.
Nesse cenário, o Brasil reúne ativos estratégicos que o posicionam de forma privilegiada na transição energética, incluindo uma matriz elétrica majoritariamente renovável, liderança em biocombustíveis, potencial para hidrogênio de baixo carbono, reservas do pré-sal e a maior floresta tropical do mundo. Esta iniciativa busca discutir como o país pode transformar essas vantagens em influência geopolítica e competitividade econômica, avaliando os desafios e trade-offs entre exploração de combustíveis fósseis e liderança climática, desenvolvimento econômico e sustentabilidade, bem como as capacidades regulatórias, tecnológicas e diplomáticas necessárias para fortalecer sua inserção internacional.
Parceria: Fundação Konrad Adenauer no Brasil (KAS Brasil)
09h00 às 17h00
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Em um contexto de intensificação da competição estratégica entre grandes potências e de enfraquecimento dos mecanismos multilaterais de governança, a transição energética e climática tornou-se um dos principais eixos da disputa geopolítica global. A rivalidade entre Estados Unidos e China se estende ao controle de tecnologias, minerais críticos e cadeias de suprimento da economia de baixo carbono, enquanto instrumentos regulatórios como o CBAM europeu redefinem as condições de acesso aos mercados e impõem novos desafios às economias em desenvolvimento.
Nesse cenário, o Brasil reúne ativos estratégicos que o posicionam de forma privilegiada na transição energética, incluindo uma matriz elétrica majoritariamente renovável, liderança em biocombustíveis, potencial para hidrogênio de baixo carbono, reservas do pré-sal e a maior floresta tropical do mundo. Esta iniciativa busca discutir como o país pode transformar essas vantagens em influência geopolítica e competitividade econômica, avaliando os desafios e trade-offs entre exploração de combustíveis fósseis e liderança climática, desenvolvimento econômico e sustentabilidade, bem como as capacidades regulatórias, tecnológicas e diplomáticas necessárias para fortalecer sua inserção internacional.
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